Ciberataque: o que é e como as empresas estão sujeitas a ele?

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Em computadores, assim como em redes corporativas e pessoais, um ciberataque (também conhecido como ataque cibernético) é uma tentativa de sabotar o sistema. Isso é feito por meio do roubo de dados, da destruição de arquivos ou, até mesmo, pela paralisação da infraestrutura de TI, nos casos mais graves.

Engana-se quem pensa que só pessoas com baixíssimo conhecimento de informática são as vítimas. Os ciberataques são conduzidos por usuários com um alto nível de know-how, então, a prevenção adequada é crucial.

Para que você entenda melhor os efeitos de um ciberataque, os fatores de risco e como se proteger deles, preparamos este artigo. Você ainda entenderá como a ajuda de uma empresa especializada é indispensável. Siga conosco!

Quais são os principais sinais de um ciberataque?

Para não causar estragos — que podem ser irreversíveis para a empresa —, é preciso detectar o ciberataque logo no início. Afinal, quanto antes for descoberta a ameaça, maiores serão as chances de mitigar as perdas.

Alguns sinais de que a infraestrutura de TI pode estar comprometida podem ser observados. Um deles é o comportamento estranho no navegador utilizado regularmente na empresa. Sinais disso podem ser a mudança na página inicial, sem a ação humana. Além disso, a instalação de barras de pesquisa e a implementação de extensões sem permissão também podem ocorrer.

Um aumento na exibição de anúncios é outro indício. Da mesma forma, caso diversos pop-ups estejam aparecendo, fique atento. Esse sinal é importante porque os navegadores mais utilizados na atualidade, como o Google Chrome e o Firefox, já bloqueiam naturalmente a maioria dos anúncios.

Outro sinal de um possível cibertaque é a lentidão geral no computador. Nesse contexto, a inicialização demora bem mais que o normal e o processamento geral das atividades se torna vagaroso. Isso pode estar ocorrendo porque o malware geralmente instala programas que rodam em segundo plano e sobrecarregam o sistema.

Por fim, a desativação de programas de manutenção é outro sinal que deve ser checado. O malware infectando a máquina desliga os programas que poderiam detectá-lo.

É possível, até mesmo, que um cibertaque nem cause um efeito imediatamente visível, mas com estragos bem maiores no médio prazo.

Quais são os fatores de risco?

Agora, conheceremos as principais formas que um cibertaque pode atingir a sua empresa — e também as maneiras de se defender.

Falta de softwares de proteção

Os antívirus são programas que devem estar em qualquer empresa que se preze. Além disso, considere a opção de complementar essa proteção com outros programas que aumentem o nível geral de segurança, como anti-malwares.

A ideia é oferecer várias camadas de proteção, de modo que um programa complemente o outro. Por fim, priorize opções pagas, que fornecem atualizações constantes e todo o suporte necessário para o contratante.

Falta de atualização dos sistemas

As mensagens de atualização de programas que aparecem em seu computador não devem ser ignoradas por muito tempo. Isso porque aqueles updates são feitos justamente para corrigir falhas nos softwares e eliminar brechas para a invasão.

Os desenvolvedores desses programas regularmente fornecem atualizações e os chamados patches para proteger o sistema contra os malwares, que surgem por meio do trabalho de criminosos que estão sempre buscando novas maneiras de burlar os sistemas.

Portanto, na próxima vez que aquele lembrete de atualização programada surgir no canto ou no meio da sua tela, aceite a solicitação e faça uma pausa. Caso não possa parar o seu trabalho, anote na sua agenda e não deixe de executar o update depois.

Despreparo dos funcionários

Muitos ciberataques acabam ocorrendo por falta de preparo dos colaboradores para lidar com a tecnologia. Assim, os criminosos se aproveitam de erros humanos para roubar dados e lucrar com isso.

Sua empresa deve buscar a conscientização dos trabalhadores a respeito das tentativas mais costumeiras de invasão, como phishing e ransomwares. Além disso, os líderes devem alertar a todos sobre e-mails com links falsos e sobre a necessidade de identificar downloads ilegais.

Não é preciso que todos os colaboradores se tornem especialistas em TI, mas que saibam driblar tentativas óbvias de fraude virtual. Também é importante que todos usem senhas fortes e sem dados óbvios, como datas de aniversário.

Falta de armazenamento em nuvem

Quando uma empresa não investe em computação em nuvem, os colaboradores geralmente salvam arquivos em pen drives e discos rígidos. Trata-se de uma prática obsoleta e que torna a empresa vulnerável aos ciberataques.

Isso pode ser explicado de várias maneiras. Uma delas é que os equipamentos podem ser perdidos ou cair nas mãos de pessoas mal-intencionadas. Outra situação que pode ocorrer é os colaboradores levarem os dispositivos para casa e retornarem com os equipamentos repletos de arquivos maliciosos.

Como se não bastasse, investir no salvamento manual nesse tipo de dispositivo compromete todo o planejamento da empresa caso o equipamento seja danificado. Por isso, nada de ficar preso ao passado: investir na segurança em nuvem garante não só segurança, mas praticidade.

Falta de controle da rede

Para não correr riscos, deve ser instalado um firewall que consiga proteger e monitorar as conexões da rede corporativa. Ele servirá, principalmente, como uma barreira de proteção destinada a controlar o tráfego de dados entre os dispositivos e a internet.

Com o firewall, a empresa garante que só ocorrerá a transmissão e recebimento de arquivos autorizados pelo sistema, evitando a entrada de programas maliciosos desenvolvidos para roubar dados.

Como uma empresa especializada pode ajudar?

Investir em treinamento em segurança da informação é uma maneira de proteger o negócio e ainda buscar a expansão da empresa, ao injetar uma boa dose de conhecimento em tecnologia.

Isso pode ser feito com a contratação de profissionais terceirizados em segurança da informação, como é o caso da equipe da 4biit.com. Ela conta com especialistas em TI capacitados para prover as melhores dicas sobre como se proteger.

Como vimos, as consequências de um ciberataque podem ser fatais para uma empresa. Os criminosos podem roubar dados e exigir um alto valor para o resgate das informações, inviabilizando o futuro financeiro da companhia. Contar com as dicas que relatamos aqui e com parceiros externos é uma ótima combinação!

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3 comentários em “Ciberataque: o que é e como as empresas estão sujeitas a ele?

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